Hoje, esse nome tem meu próprio significado, talvez derivado, emocionado e um tanto chateado, de quem carrega um escudo baleado de ambos os lados, mas não abandonado. Por metáforas, comparações, que sempre me escondem.
Eu poderia dizer a vida de um traidor, do qual já se traiu e já traiu, já foi traído e quem sabe ainda trairá. Traição, trazer a ação, por meio de suas mãos e se levar até o chão. Poética, quem sabe até medieval, de um amor celestial, mas do qual perdi o foco, dos céus. Ganhei até um apelido, Judas, da qual minha mente já me encarcera, se apodera e imagina o fim com meu beijo,o que o mestre tivera. Amor digno, do qual não merecia, mas já sabia, que mesmo em frente ao inimigo, o chamou de amigo. Confrontou-me até o fim, fim do qual já sabia que iria ter, mas mesmo com todo poder, estendeu a mão aquele que o entregou a morte. Tenho minha culpa, espero continuar com minha luta, não olhar para as cordas que me seduzem, cordas que podem ser sufocantes ou estonteantes, cordas que matem em um instante ou em uma vida, cordas que me distraem ou me tirem do foco do texto.
Ainda não sei como seguirei, se ainda posso encontrar o mestre, encontrar lugar para me perdoar, se posso ainda chama-lo de amigo e aprender a ama-lo e não só admirá-lo. Me libertar da minha própria prisão, e poder olhar em Espirito e verdade pelas janelas dos meus olhos.
16/06/13.
Nenhum comentário:
Postar um comentário