Tarde vazia,mente dispersa...Um mero observador que tenta captar o que o tempo tenta dizer,mas é em vão.
Anestesiado por ele,perdendo a sensibilidade do que é o amor.
Escondido no que parece ser cotidiano,o básico se faz difícil,o amor de muitos se esfria e da lugar aos seus próprios demônios pessoais.Difícil de agradar e fácil de se irritar,o ódio acumulado só espera por uma chance,correndo por veias e artérias,aguardando um motivo.O silêncio que precede a tempestade...E depois a explosão.
Tudo se liberta,a destruição ja está feita.A razão volta e a imagem da desolação enfeita a imagem da rotina cruel de cada dia.
Cada vez mais resumido,cada vez menos presente.